
É claro que o caminho para a tal felicidade é trilhado sozinho, mas para viver essa spiritual life tem que desvestir a outra: a vida da pele, do coração batendo descompassadamente quando ela entra no msn, da sexta-feira amarga, noturna e solitária...
E como meditar para se bastar, com o coração rasgado e dolorido?
Como serenar a mente se ela percorre velozmente, em trajetos de ida e volta, toda nossa linda história de amor?
Diz a parábola do alpinista que, quanto mais alta e íngrime a montanha a ser escalada, menor é a influência do ser humano na tarefa, restando buscar no outro eu, no maior, mais velho e mais sábio ser que nos habita, a força para a subida.
Existem, de fato, situações na vida do marujo que transcendem os conhecimentos e a sabedoria até aqui adquiridos, deixando-o à deriva no mar das emoções e sentimentos, até que o vento da mudança sopre e abra o horizonte, mostrando o caminho.
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