18 julho 2009

Caminhos que se cruzam


Os caminhos apenas se cruzaram. Custou um pouco para ver que possuiam diferentes direções, apesar de alguns momentos maravilhosos do encontro falarem o contrário.
Os enredos pessoais não puderam ser adaptados para uma história feliz, única, devolvendo-nos à condição anterior, de protagonistas de nós mesmos.
Não que isso seja ruim, ou incompleto, pois antes de encararmos o desafio, minha vida tinha sentido, mesmo que desfocada de seu caráter mais humano, mas com a graça de não sofrer tanto.
Talvez um dos caminhos seja esse, e a guinada madalena tenha sido para reforçar a tese da solidão iluminada e auto-suficiente.
É o que veremos, na sequência da trajetória humana de uma alma romântica e mutante.
taddeu vargas

05 julho 2009

O encanto se quebrou!


O encanto é o prenúncio do amor! De algum lugar de meu interior pulou essa frase, ao abrir os olhos no escuro quarto de hotel, na madrugada de um domingo que custou a chegar. E, pelo jeito, vai demorar a passar.
Domingo divisor...domingo da dor. Ansioso domingo, que não esperou o ano e meio chegar. Domingo fechado, cinzento, da côr da energia que rodeia o amor, cujo encanto se quebrou, e logo trará chuva fria, lágrimas doloridas da derrota da vida.
Mas o alívio e a liberdade virão com o sol da segunda-feira de um nova vida, embora ferida, mas que respira viva o horizonte da esperança de não sofrer, de viver, de se encantar...e de amar.
taddeu vargas

27 junho 2009

Emoções



Quando soaram as primeiras notas da canção, naquele final de tarde, início de noite fria do primeiro inverno na cidade eleita pelo coração, ele acusou mais que um aperto... acho que parou de bater, à espera de mais alguns acordes, até pra decidir se continuaria batendo...
O impacto da emoção, formada por um coquetel de sentimentos, disparou a exibição de um sem número de filmes já fora de cartaz da vida do marujo, ou pelo menos que ele pensara assim.
A música e o momento, em conluio, desenharam uma nova versão daquela emoção, de maneira totalitária, quase tirana, impondo uma única forma de perceber o que aconteceu, numa espécie de armação melódico-temporal, minando ainda mais a expectativa de sobriedade emocional de um coração sentido.
Depois, ficou uma névoa... contornando as nuances das emoções, delimitando sua magnitude, mas - por compaixão - escondendo suas pontas mais expostas e doloridas, dando tempo para o entendimento e uma futura cicatrização.
taddeu vargas

26 junho 2009

Escrever...e respirar


Escrever, para alguns, é como respirar. Quem escreve precisa tanto ver um novo texto acabado, como os pulmões precisam de ar. Quando consigo transformar o sentimento desvendado em texto coerente, inteligível - pelo menos para mim -, é como se tivesse meus pulmões injetados de vida.
Mesmo sem a melhor plástica semântica, ou o mais apurado estilo, o brotar de uma crônica editada nos reserva ar suficiente para a seqüência da vida.
Acho que falo sobre isso toda vez que me envolvo com muito serviço, pois minha produção de crônicas cai. Menos mal agora, que volto a trabalhar, em uma parte do meu tempo, com esse ofício: a redação.
Poucos seres têm a oportunidade de fazer do seu trabalho o palco de seu maior prazer e satisfação pessoal. No meu caso, é como colocar uma criança para trabalhar num parque de diversões...como demonstradora dos brinquedos.
Assim, mesmo que venha menos aqui, escrever para eu mesmo ler (com respeito e admiração pelos amigos queridos que aqui acorrem de vez em quando), estarei juntando palavras e assim enchendo meu ser de vida também em outros pagos.
taddeu vargas

11 junho 2009

Acordo


Há dias essa palavra tenta se apossar de meu pensamento, tentando ocupar todo o espaço da minha sensibilidade... roubando minha liberdade de sentir.
As sincronicidades que avalizam a importância da intuição, contracenam com as atitudes de uma das partes envolvidas no complexo cenário de vida do marujo.
E não é um acordo fácil, pois envolve as quatro versões do que eu sou, cada qual com suas verdades, visões, valores, vocação... mas vejo que sem um consenso todas perderão.
Penso que chegou a hora de todos sentarmos na mesma cadeira para discutirmos uma agenda mínima de atuação, seja do ponto de vista espiritual, bem como para as chamadas questões práticas.
A certeza no cumprimento das leis universais, contrasta com as atitudes das partes menos sutis de meu ser, que se alimentam de pseudoverdades, sob o argumento de que são a "realidade" que vivemos, como se o real fosse decorrente do visível.
Todavia, a eternidade e infinita sabedoria das correntes mais iluminadas do ser total, têm que ouvir a cobaia do experimento terrestre, que, afinal, foi quem colocou a cara para bater no mundo de todos nós.
taddeu vargas

30 maio 2009

O Amor



Já se disse muito do amor. Mas ainda dá pra vê-lo e descrevê-lo de um ponto de vista que ainda não foi posto pelos escritores, compositores, novelistas, amantes...
A onda de comprimento infinito altera o mais distante ponto do Universo, dando vida ao buraco negro da inexistência do ser. Lá onde o amor está chegando, e o mundo se expandindo, em breve vicejará a chama rosa perfumada da primeira criação divina, que talvez tenha nascido antes do Criador.
Amor Criador, Criador Amor. De um desses somos filhos e portadores do poder de sequência da vida sob esse signo. Basta enviar! Quanto mais, mais chegará!
A vida é esse trânsito de amor, que as vezes para, barrado pelo medo, que descria e ofusca a Luz que a origina.

taddeu vargas

24 maio 2009

O e-mail


Quando abri o e-mail e vi o remetente segurei a lágrima, mas sabia que era um dedo apenas no buraco da barragem, que não resistiria à força das emoções de agora, que brotam de um coração dividido e que faria jorrar o produto líquido das equações não resolvidas e por isso tão doloridas.
Seu comentário neste blog, meu amigo querido, abriu um rombo na proteção criada para segurar um mar de sentimentos, que agora escoam pelo quarto, onde reparto comigo todas essas emoções, e não pelo honroso elogio à minha escrita.
A saudade e o amor, quando vertentes de opostas nascentes não fluem como as águas do rio, pois têm direções diferentes, e por isso as emoções se acumulam no reservatório da dor, à espera de uma broca amiga que faça ruir a prisão dos sentimentos.
taddeu vargas

15 maio 2009

Mudança, Sempre!


Novamente ela quase me derruba, pra dizer pouco!
Quando percebemos a mudança em nossas vidas, faz tempo que ela se instalou, e falta muito ainda para enxergarmos toda sua extensão.
O agora, deve ser o meio da trajetória desse período de modificações em minha vida. Uma foto de parte significativa da mudança... talvez o auge da insegurança!
Lá na frente sei que verei esse momento como o alicerce da construção das novas verdades que escolhi viver, mas isso não diminui o frio na barriga.
As decisões importantes tem essa característica. Geram um vácuo de certezas. Tornam nosso chão menos denso. As dúvidas balançam em nossa cabeça deixando nossa sorte ao vento, à porta da escuridão.
Todavia, penso estar me acostumando a essas mudanças de rota, ou correções. De qualquer modo conheço o sujeito que escolheu isso, ou penso que conheço e me consolo e espero o resultado delas. Não sem sentir uma expectativa danada.
Quem ler esse blog dentro de alguns meses vai saber, ou não! Ou vai ficar na expectativa dos resultados de uma nova rodada de mudanças. Assim é a vida. Quando o vento leva o que é consistente... a alteração produzida é importante.
taddeu vargas

12 maio 2009

Bons ventos nos levem


O destino de nossas vidas, seres vestidos de matéria mortal, plana ao sabor do vento, que dirige nossa sina, como folhas secas de outono, de carona na evolução, mesmo sem compreensão.
Até a decomposição da matéria folhear e a reincorporação à terra, são muitas as estações que nos abrigam, cenários das fases que compõe essa nossa estada humana.
O vento, soprado pelos Deuses do carma, nos leva aos pontos de conexão com nossos desejos primeiros, oportunizando reencontros, correções, perdões e releituras de momentos de espírito menor.
Mas o nível de consciência primitivo que nos habita, ignora esses movimentos ajustados com nossos maiores e eternos desejos, e então passamos uma vida sem saber porque estamos onde estamos e, as vezes, sem conseguir entender porque não estamos onde supomos que deveríamos estar.
taddeu vargas

03 maio 2009

Horizontes


Meu olhar perdido vagou até encontrar aquele amor. No local onde minha vista sucumbiu encontrei o pote dourado de outra ilusão; lugar sagrado, onde morre nosso alcance e nossa força para continuar.
Morada de ilustres habitantes, o horizonte encerra nossa maneira de perceber o mundo, a não ser que olhemos com os olhos da alma, mas aí também teremos perdido nosso amor.
Mesmo abrigando todo o ouro, o ponto final da linha das cores, permanece com a aura cinza da paixão impossível, que para lá se mudou, transformando o espetáculo lindo das paisagens retratadas, no caos do meu sentir.
Agora meu olhar está de volta, atravessa meus olhos e ingressa no fundo do meu ser, buscando uma imagem que devolva minha paz... meu amor.
Este é um outro mundo, o horizonte de cá, povoado por intuições, percepções, provações, desapego..., mas ao contrário do de lá, alimenta nossa vontade de entender o desconhecido e continuar na busca da luz.
taddeu vargas

A frase


" A meditação abre a porta de um mundo desconhecido, iluminado e perfeito, chamado silêncio." Taddeu Vargas
taddeu vargas




02 maio 2009

A intuição, a gestão e o que vem por aí...


Há um tempo atrás postei aqui no blog um texto sobre o perfil dos Novos Gestores, mulheres e homens, neste ordem, de preferência, que se entendia deviam comandar as organizações doravante.
Dizia mais ou menos assim, o texto de origem de um desses loucos:
"...Precisa-se de loucos uns pelos outros! Que em seus surtos de loucura espalhem alegria; com habilidades suficientes para agir como treinadores de um mundo melhor, que olhem a ética, respeito às pessoas e responsabilidade social não apenas como princípios organizacionais, mas como verdadeiros compromissos com o Universo.
Precisa-se de loucos de paixão, não só pelo trabalho, mas principalmente por gente, que vejam em cada ser humano o reflexo de si mesmo, trabalhando para que velhas competências dêem lugar ao brilho no olhar e a comportamentos humanizados.
Precisa-se de loucos de coragem para aplicar a diversidade em suas fileiras de trabalho, promovendo igualdade de condições sem reservas, onde as minorias possam ter seu lugar, em um ambiente de satisfação e crescimento pessoal, independente do tamanho do negócio, segmento ou origem do capital...(texto completo neste blog, posts do ano 2006)".
Nunca foi tão necessário que a parábola fosse realidade. As organizações nunca precisaram tanto desses loucos como agora, nesta era ainda inominada, mas que a história deverá chamar de algo que faça referência ao binômio velocidade/totalidade.
Neste momento crucial do desenvolvimento da sociedade humana e suas implicações nas gestão dos negócios, o que vai acontecer na sequência, com certeza não está escrito em nenhuma apostila de administração, nem possui qualquer notinha ao pé da página de alguma obra renomada, de algum dos gurus do Management Global.
Se pensarmos que um simples virus pode mudar tudo em termos globais (seja ele um organismo vivo potencialmente perigoso à vida humana ou um arquivo malicioso de computador, virtualmente ameaçador), teremos a noção exata do quanto não temos noção de nada do que está por vir.
Portanto, mais do que nunca precisamos desses loucos. Desses que se vêem como mais que simples seres humanos, percebedores do antes e do depois, pela graça e amor infinito do Criador que assim os fez. Somente esses poderão ser postados na proa da nau que conduzirá nossa sorte no difícil momento presente.
taddeu vargas

Porque ainda precisamos de Jornais?



Em entrevista a Lúcia Guimarães, do Estado de São Paulo, o consagrado jornalista e escritor norte-americano Gay Talese afirma que na redação de um jornal respeitável "há menos mentirosos por metro quadrado do que em qualquer outro edifício"

30 abril 2009

Noite de Eric Clapton


Hoje eu entendo porque não dançava quando tocavam músicas do Eric. Era uma espécie de respeito pela genialidade do maior músico vivo dos dias atuais. Eu arranjava uma desculpa e convidava a companheira de danceteria para beber alguma coisa. E da copa, ou da mesa, eu fechava os olhos e tentava absorver a combinação de sons vindos de diferentes pontos da sala, que se harmonizavam em seu efeito estereofônico, antes de chegar a meus ouvidos e tocar meu coração... embalar minha alma, com os acordes inequívocos da guitarra sagrada e me levar para muito longe, onde habitam os anjos compositores das maiores canções do Universo.
Acho que o Eric veio de lá, ou mora lá e as vezes se fantasia de gente, para aqui na terra tocar e cantar as músicas que ecoam pelo cosmos, habitado por seres mais evoluídos... gênios dotados de virtudes supremas; anjos da ribalta celestial, que encarnam como coadjuvantes nos shows terrenos do grande Mestre.
Santa véspera de feriado, que abre a janela para que eu ouça e veja a energia mágica do ser sutil vestido de homem, na forma de ondas sonoras e coloridas que invadem meu chão, iluminando e embalando a noite antes habitada pela saudade e a solidão.   


25 abril 2009

Rio Grande


Como é difícil viver sem ti meu querido Rio Grande. Muito por abrigares minha família, meus filhos, minha história...eu sei. Mas muito por ti, pelo teu jeito de ser, pela sintonia entre a gente. Até os sonhos, quanto o cenário é tu, são mais compreensíveis, mais amistosos, mais amigos.
Só saindo de ti para poder dimensionar o quanto te respeito e o tanto que te pertenço. Por isso não me perdôo tê-lo desabitado no teu dia, no vinte de setembro, registro histórico e eterno de nossa liberdade.
O que compensa essa distância é o orgulho com que ostento minha origem. Essa aura de boa procedência com a qual tu nos veste e pela qual somos identificados, quando estamos fora de casa, repara a ausência de chão no meu caminhar. Do teu chão.
Te confesso minha Pátria querida, que ainda não criei nenhum CTG, nem ando pela rua de bombachas e com um lenço vermelho abraçado em meu pescoço, mas minhas entranhas gaúchas nunca habitaram minha pele como agora, deixando explícito meu amor por ti.
Qualquer dia desses nos encontramos e aí matamos essa saudade que nos orienta, dá sentido à nossa relação e me fala de paixão, vínculo e lealdade.

19 abril 2009

O Primeiro Outono


O frio da noite gritou, devolvendo-me à rua que me trazia de volta ao apartamento, no centro da cidade que adotei. 
No meu devaneio eu andava pelas ruas do outono da minha Porto Alegre. Nisso elas se parecem muito. Nesta época do ano ficam frias ao anoitecer. 
O caminho que eu fazia não me levava às minhas lembranças e saudades, mas à cama da pousada onde vivo os meus sonhos de ontem.
No cenário daqueles sonhos habitavam meus amores; hoje muitos devaneios e outros sonhos invadem minha consciência, desenhando uma imagem de futuros tempos naquele lugar, talvez no outono da minha vida.
Este cenário não tem endereço, mas existe na quase materialidade da minha percepção ...e lá habita o amor. 

18 abril 2009

Mulher Menina


Quando a conheci, era uma mulher feita, madura, sensata ...cara de professora!
Passados uns meses, descobri uma jovem cheia de sonhos, com aura de energia iniciadora.
Agora, beneficiado pela presença quase cotidiana, fui surpreendido por uma criança sapeca e amorosa. Estas são ela! 
O prêmio que recebo pelo ingresso na maturidade dos dias meus.
Claro que tem defeitos. Me perdoem por não lembrar de nenhum no momento. Evidente que comete equívocos, um deles é me amar, por que Anjos deviam namorar Anjos!
Quando suas virtudes começaram a envelhecer alguns de meus paradigmas e oferecer novas visões sobre questões que eu descuidara, percebi os entalhes da artista redesenhando meu ser.
Talvez o compromisso cármico da lapidação em andamento explique a inocorrência de uma separação, que depois da obra acabada, então desocorrerá pelo novo formato dado ao beneficiado marujo.  
  

12 abril 2009

Escrevendo, chorando...



Agora, mesmo escrevendo, continuo chorando...

A Escolha


O espírito, do alto da lucidez que a Luz da dimensão outra lhe proporciona, observa o plano onde se dará o reencontro com a carne, e projeta seu querer, baseado no programa de crescimento que desenhou para si.
Quando aqui na terra, não lembra desse momento vital de escolha de seu destino, e vagueia pelos desacertos humanos até perder o rumo planilhado naquele momento de Luz vivido em seu corpo espiritual.
Para que esse ciclo seja rompido, as escolhas daqui devem se alinhar com as de lá, harmonizando os objetivos espirituais e humanos.
Esta é a grande questão.
Como as escolhas anteriores já estão postas, resta ao ser físico acertar nas decisões a serem tomadas em nosso mundo terreno, conduzindo sua vida de acordo com seu verdadeiro querer, e, assim, alcançar a felicidade.
Parece simples, mas não é.
Para recuperar aquela memória adormecida é necessário muita disciplina e autocontrole. O caminho coincide com a da busca da Luz, e passa longe do trilhado pela maioria dos seres físicos que habitam o planeta. E mesmo aqueles que estão despertando para essa realidade paralela, têm dificuldade para compreender com clareza os objetivos da vivência humana ora empreendida.
A não ser que a proposta aparentemente simples do Mestre, que nos induz a buscar diretamente a felicidade, pelo decreto claro e repetitivo, já traga imbutida a realização de todo nosso querer.
Essa parece ser a única escolha.
 

11 abril 2009

No Limiar da Mudança


Na madrugada veio o componente que faltava, para que a lucidez arrombasse as portas da escuridão instalada desde muito, e se fizesse a luz neste local incerto, de existência certa, onde mora a consciência.
Claro, não ficou tão iluminada assim, a ponto de desnudar todas as questões e dúvidas, como numa foto da suprema qualidade psíquica, mas mostrou um caminho a seguir.
Se é difícil fotografar nosso consciente, imagina seu misterioso irmão, o inconsciente, que como aquele gera consequências, todavia sem causas aparentes. E o objetivo do devaneio em questão - para fazer justiça ao nome do blog - não é evoluir um raciocínio na direção da física quântica, com especulações do formato real do binômio tempo/espaço, mas buscar uma maior clareza da relação entre nossos pensamentos e sentimentos e os fatos que nos afetam no dia-a-dia.
Quando se olha do ponto de vista humano, as coisas do espírito não ficam muito claras, e no caminho inverso, normalmente, a resistência do primeiro para com as variáveis do segundo impedem uma compreensão holística.
A aceitação de que os fatos que nossos sentidos percebem e gravam em nossa mente, têm suas verdades e origens de suas ocorrências em nosso coração, é o primeiro passo para entendermos nosso processo de vida.
Se for assim, podemos descriar os fatos que nos fazem sofrer, ou criar outros que nos façam sorrir. E tudo indica que é assim que funciona. Logo, existe apenas uma causa e um causador dos fatos do nosso viver. Dito assim parece simples. Já lemos isso em livros de auto-ajuda e até em alguns com caráter científico.
Ocorre que, apenas a compreensão do processo não altera o resultado. No entanto, a atitude, no pensar e sentir, de forma disciplinada e positiva na busca do que se quer, alinha desejo e mudança na mesma perspectiva, na direção da felicidade.
Foi assim no meio da noite, presentes desespero, sofrimento e escuridão, quando desceu a Luz, e no centro do clarão surgiu uma espécie de caixa de diálogo, com a frase mágica que, repetida até o sono chegar e carregar o espírito para o além, trouxe compreensão, alento, paz e felicidade.
taddeu vargas